Windows 8 ( Update promete corrigir problemas da atualização do Windows 8.1 )

A última versão do sistema operacional da Microsoft, o Windows 8.1, já está disponível há algum tempo, mas algumas pessoas estavam tendo dificuldades na hora de realizar o update por conta de algumas falhas. Os usuários da versão RT do SO também enfrentaram problemas na atualização.
Agora, porém, a empresa lançou um update que promete acabar com todos os bugs que permeavam o processo de migração para a mais nova versão do sistema operacional. E isso é válido tanto para a versão Windows 8 quanto para o Windows 8 RT.
De acordo com a página do WinSuperSite, os dispositivos que serão atualizados precisam, primeiramente, ter instalado o update 2871389. Depois, os usuários podem tentar buscar o pacote com a correção através do Windows Update. Aqueles possuidores da versão RT do sistema, caso encontrem problemas no download, podem tentar baixar esta atualização.
FONTE(S)

Windows 8 ( Próxima atualização do Windows 8.1 chega em agosto )

O "update 2" do Windows 8.1 vem sido citado há algum tempo de forma isolada, mas ele está mais próximo do que imaginávamos. Segundo o site russo PC Portal, a atualização chega em 12 de agosto de 2014 e traz alterações pequenas e pontuais no sistema operacional — as maiores mudanças devem mesmo ficar para a próxima versão, ainda chamada de Threshold.
Segundo o documento, que é direcionado ao mercado russo, há mudanças em suporte de linguagens e padrões, só que nenhuma novidade que aparece na foto é tida como relevante fora do país — mais novidades devem ser incluídas, claro, mas provavelmente não apareceram na lista para não estragar a surpresa. Uma delas é o tão aguardado retorno do Menu Iniciar, que já teve foto vazada na rede e também é especulado para agosto.
Vale lembrar que a primeira atualização do Windows 8.1 saiu em abril e trouxe novidades na Tela Iniciar e em diversos aplicativos.
FONTE(S)

5 dicas para você acertar na compra do seu smartphone

Comprar um novo smartphone é um processo que requer um pouco de pesquisa. Embora você possa chegar a uma loja e escolher o primeiro modelo que alguém apresente a você ou que esteja em promoção, saiba que há grandes chances de você estar levando para casa um aparelho que não vai suprir as suas necessidades.
Da mesma forma, comprar o celular mais caro do mercado pode ser um investimento ruim se você não tem por hábito utilizar toda a capacidade do hardware e do sistema operacional. Em alguns casos, ter menos recursos é a escolha mais acertada e que melhor combina com o seu orçamento.
Listamos aqui alguns dos itens que você deve levar em consideração antes de fechar negócio e colocar no bolso o seu novo smartphone. Encare essas dicas como uma ferramenta auxiliar e não como regras rígidas que devem ser levadas ao pé da letra. No fim das contas, o que mais importa é ter em mãos um aparelho que supra as suas necessidades.
(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

O melhor sistema operacional

Esqueça o conceito de “melhor sistema operacional”. Na prática, isso não existe. A pergunta que você deve fazer é “Qual é o melhor sistema operacional para mim?”. E, para obter essa resposta, é preciso conhecer um pouco as características dos principais SOs disponíveis no mercado.
Tanto o iOS quanto o Android e o Windows Phone possuem interfaces muito acessíveis e que não trazem dificuldades no uso para ninguém. Nesse quesito, é recomendável ir até uma loja e mexer um pouco em um aparelho com cada SO para conferir de perto como será a sua familiaridade com o sistema.
O iOS, presente no iPhone, é estável e possui um grande número de aplicativos. Com ele, tudo o que você precisa fazer é começar a utilizar, já que não há muitas opções de personalização, sendo ideal para quem não quer se incomodar.
Já o Android permite maior personalização e, como cada fabricante e operadora podem incluir modificações na interface e nos aplicativos, é comum encontrar Androids “diferentes” dentro da mesma versão do SO. No caso do sistema da Google, o número de aplicativos gratuitos é maior.
O Windows Phone é o SO mais novo do mercado, mas tem uma utilização tão simples quanto os seus concorrentes. Pesa contra ele o fato de o sistema possuir poucos aplicativos em relação aos demais. Para quem busca personalização, ele também não é a melhor das opções.
(Fonte da imagem: Divulgação/Nokia)

Fuja das versões muito defasadas

Por quanto tempo você planeja manter o seu celular? Claro que, quanto mais, melhor. Entretanto, tenha em mente que nenhum aparelho na atualidade é construído para ter mais do que dois anos de vida útil. Depois desse período, o hardware estará defasado e o sistema operacional pode deixar de receber atualizações.
Portanto, fique atento à versão do SO que está presente no aparelho e pesquise antes se ele suporta atualizações. Com essas informações em mãos, some mais dois anos à data de lançamento da última versão que o aparelho suporta. O resultado não é exato, mas dá uma ideia de até em que ponto a vida útil do smartphone pode garantir uma utilização sem muitos problemas.
(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

O que você espera de um smartphone?

Nem todo mundo tem condições de comprar o melhor aparelho do mercado e, cá entre nós, a maioria das pessoas não precisa de um aparelho que custe mais do que R$ 1,5 mil. Obviamente estamos falando de um sonho de consumo e pode parecer que quanto mais caro for o produto, melhor será para você. Mas não é bem assim.
Por isso, antes de escolher um aparelho, descubra primeiro o que você espera dele. Você vai executar os jogos mais pesados do mercado ou apenas baixar apps simples gratuitos? Você vai usar muitos recursos, como acesso à internet, câmera fotográfica e jogos ou apenas vai, basicamente, fazer e receber ligações e mandar mensagens de texto?
Se você precisa apenas de recursos simples, de nada adianta comprar um aparelho caro que, em suas mãos, terá a mesma utilidade que um modelo mais em conta. Por outro lado, economizar alguns reais antes e comprar um produto que não seja do seu agrado pode garantir a você aquela sensação de insatisfação, resultando na troca prematura de aparelho.
(Fonte da imagem: Divulgação/Sony)

Operadora: ela pode definir a sua compra

Antes de escolher qual aparelho você pretende comprar, pesquise qual será a operadora dele. Se você já tem um plano em alguma delas, saiba que isso pode significar descontos na compra de um produto e, por conta disso, seu novo smartphone pode custar menos.
Se você utiliza um plano pré-pago, pesquise ainda assim o preço das ligações nos planos mais em conta. Algumas operadoras fazem promoções de ocasião com aparelhos de fabricantes parceiras. Caso esse produto atenda as suas necessidades, você pode unir as situações e sair da loja com um belo desconto.
Por fim, se você está pensando em adquirir um aparelho top de linha, cogite a possibilidade de importá-lo. Em muitos casos, mesmo o valor do produto com impostos comprado nos Estados Unidos acaba saindo mais barato do que nas lojas brasileiras. Apenas fique atento a questões como a garantia, já que em alguns casos você pode ficar desamparado se algo acontecer.
(Fonte da imagem: Divulgação/Motorola)

Design e tamanho de tela

A indústria de smartphones se esforça dia após dia para colocar no mercado aparelhos cada vez mais finos. Entretanto, na prática não há muita diferença entre segurar um modelo com espessura de 6,2 milímetros ou 6,3 milímetros. Por isso, por mais que peso e espessura sejam itens a serem levados em consideração, não devem ser eles os fatores determinantes para a sua compra.
Já o tamanho de tela tem se tornado uma característica importante, em especial por conta da grande variação que existe na atualidade. É possível encontrar modelos com telas entre 3,5 polegadas e até quase 6 polegadas – o que pode parecer grande demais para muitos usuários colocarem o produto no bolso. O ideal é escolher aquela que melhor se adapta às suas mãos.
Por fim, sabemos que o design de um produto é capaz de agregar valor a ele. A Apple, por exemplo, afirma que boa parte do valor do iPhone se deve aos investimentos em pesquisa para se chegar ao formato ideal para o consumidor. Você pode até escolher o produto pelo design, mas procure aliar um formato de qualidade a um hardware compatível. Um celular bonito e fino não é necessariamente bom ou ideal para o manuseio.
(Fonte da imagem: Divulgação/Google)

.....

Informação nunca é demais

As dicas acima são essenciais para quem está pensando em comprar um primeiro smartphone. Para quem já possui um, nunca é demais relembrar. Entretanto, depois de definir qual será o seu próximo aparelho, procure mais informações sobre ele. Leia análises (no Tecmundo você encontra várias) e pesquise a opinião de usuários que tenham adquirido o produto.
É impossível garantir que a sua escolha será perfeita, afinal muitas coisas só é possível descobrir no dia a dia, à medida que você utiliza o produto. Porém, partindo do princípio que você está escolhendo um smartphone para suprir as suas necessidades – e não apenas porque ele está na moda ou barato –, certamente as chances de você acertar na compra são muito maiores.

Placa-mãe: o que você precisa saber

A escolha da motherboard é muito importante para desempenho e upgrade do seu computador.
Ao escolher um PC novo ou pensar na atualização do seu computador velhinho, muita gente acaba concentrando a atenção no processador (CPU) que ele deve ter. Contudo, a combinação deste componente com um outro - a placa-mãe (ou motherboard) - é fundamental para que o conjunto como um todo ofereça o máximo de desempenho e capacidade de expansão futura.


Isso ocorre porque é a placa-mãe o elo de todos os demais componentes-chave do PC. Ela possui uma série de componentes fixos (resistores, capacitores e circuitos) e slots livres, cada um com uma aptidão específica. A quantidade e diversidade desses slots é que vão determinar que componentes adicionais um determinado modelo de motherboard pode receber.


Assim, itens como o tipo do processador, a quantidade de memória RAM, disco rígido (HD), drive óptico e placa de vídeo, bem como o tipo de fonte de alimentação são determinados pelas características técnicas da motherboard.


Talvez você possa afunilar a escolha baseado na sua possível preferência por processadores Intel ou AMD. Mas o que vai contar para valer são as características que cada placa-mãe oferece.

On-board ou off-board?



Estas duas expressões são comumente utilizadas para caracterizar uma placa-mãe e estão relacionadas ao fato de a placa gráfica (GPU) estar integrada (on-board) ou não (off-board) à motherboard. 


A princípio, a opção on-board pode parecer atraente pela integração oferecida. O que não deixa de ser verdade. Porém, ao se levar em conta a questão do desempenho, as coisas tomam um caminho diferente.


Nas placas on-board, cabe a um chip gráfico pertencente à CPU desempenhar a tarefa de processamento gráfico e de multimídia. Nesse caso, a memória para texturas de um chip gráfico é menor do que a de uma placa de vídeo, e até parte da memória RAM pode ser usada para esta tarefa - o que não ocorre com as placas gráficas separadas da placa mãe. Quando se tem uma placa gráfica separada, é ela que faz a maioria dos cálculos de processamento gráfico, com uma memória exclusiva, liberando o processador para as demais tarefas.


Quem usa o computador apenas para tarefas simples como escrever textos, navegar na internet, usar aplicativos de planilhas e de contabilidade, uma placa-mãe que possua todos esses componentes on-board é suficiente para dar conta do recado. O desempenho começa a ficar prejudicado quando se executa tarefas como processamento de vídeo ou games.


A opção de placa-mãe que você fizer vai determinar os tipos de RAM e processador que você pode usar. Assim, você deve olhar conjuntamente para esses três componentes principais.

Chipset



É como chamamos o conjunto de circuitos de apoio utilizados na placa-mãe. O chipset da motherboard realiza funções vitais no computador, como transferir dados entre o HD, a memória e a CPU, bem como a comunicação desses componentes com os demais periféricos, quando solicitados.


Este componente também limita os tipos e velocidades de processadores que a placa-mãe aceita, o tipo e a quantidade de memória RAM que se pode instalar e se recursos extras como entradas integradas para placa de vídeo, áudio e USB 2.0 serão inclusas com a placa (isto é, se ela é on-board ou off-board, como já dissemos). 


Placas desenvolvidas com base em um mesmo chipset tendem a ter os mesmos recursos e desempenhos semelhantes. É por isso que saber as características principais do chipset (como suporte para processador e memória, barramento, tecnologia de armazenamento, entre outras) ajuda a identificar as diferenças entre placas-mães aparentemente similares.


Os fabricantes produzem os chipsets tendo em vista sua aplicação e a plataforma em que serão utilizados (desktops, servidores e notebooks). Por conta disso, é importante determinar o uso básico que se fará do computador para escolher os modelos de chipsets mais adequados. Visite o site dos fabricantes para obter informações precisas sobre cada chipset, suas aplicações e especificações, bem como compatibilidade com processadores e memória:


Processador



Em relação ao processador, os da Intel e da AMD - as opções mais comuns disponíveis no mercado -, ele costuma ser derivado da (ou combinado com a) escolha do chipset, do uso que se pretende dar ao computador e da capacidade de expansão futura que o sistema pode ter.


A interdependência entre processador e chipset ocorre por conta do encaixe do chip na placa. Há modelos de chipsets que aceitam mais de um tipo de processador - do mesmo fabricante. Por exemplo, o chipset Intel G35 Express suporta processadores Intel Core 2 Duo e Core 2 Quad, o que sinaliza ao usuário com uma possibilidade de expansão futura interessante; já o chipset Serie 690, da AMD, é compatível com os processadores Sempron , Athlon 64, Athlon 64 FX e Athlon 64 FX X2.


De forma análoga ao que ocorre com o chipsets, os fabricantes projetam os processadores com foco em aplicações e necessidades específicas. É o que ocorre com os chips da Intel, por exemplo, para desktops: Core (Core Extreme, Core 2 Quad e Core 2 Duo); Pentium (Pentium Extreme, Pentium Dual-Core e Pentium D); e Celeron (Celeron, Celeron D, Celeron dual-core), ou os processadores da AMD para notebooks: Turion 64 X2; Turion 64 X2 de núcleo duplo; e Mobile AMD Sempron.


Veja nos sites dos fabricantes informações completas sobre os diversos tipos de processadores e aplicações:


Memória RAM



A maioria das placas comercializadas atualmente utiliza memórias do tipo DDR2, mas é possível encontrar em muitos PCs antigos modelos que utilizam memórias do tipo DDR (mais difíceis de encontrar). Verifique na motherboard os tipos de RAM compatíveis (principalmente a freqüência em que trabalham) e a capacidade máxima que a placa comporta. Esta informação pode ser obtida no site do fabricante das placas.


Tais informações são importantes porque ajudam a programar a expansão. Caso a placa escolhida suporte até 2 GB de memória RAM, é preferível ter um pente de memória de 1 GB (deixando o segundo slot livre para uma futura expansão) do que optar por dois pentes de 512 MB cada que vão ocupar ambos os slots disponíveis.


Em caso de expansão, será necessário remover um dos pentes (se não ambos) para acomodar a memória adicional. Veja se o vendedor não aceita o pente que está sendo substituído como parte de pagamento pela memória nova.


Leve esse fator em consideração já que uma possível economia agora pode representar desperdício de dinheiro no futuro. O preço das memórias vem caindo muito e este é um investimento que pode valer a pena.

Armazenamento



Em relação ao aspecto de armazenamento ? leia-se discos rígidos ? a maioria das placas-mães vem com dois ou mais controladores Serial ATA (SATA). Dentro deste padrão, os HDs mais modernos são SATA I e SATA II. A diferença de desempenho entre os dois modelos é significativa.


Enquanto a velocidade de transferência de dados da SATA I é de 150Mbps, num HD SATA II chega a 300Mbps. Na realidade, estas velocidades são maiores, 187,5Mbps  e 375Mbps, respectivamente; mas é habitual referir-se a elas como 150Mbps e 300Mbps pois cerca de 20% de sua capacidade são reservados para informações de controle dos dados pelo HD. Talvez essa diferença não seja notada nas atividades corriqueiras de um computador, mas em tarefas mais pesadas ela pode ser decisiva.


Uma opção que pode ser bem interessante são as placas que suportam IDE RAID. Um desktop com sistema RAID utiliza dois ou mais discos rígidos idênticos para obter benefícios.


Entenda melhor: RAID (Redundancy Array of Independent Disks, ou arranjo redundante de discos independentes) consiste em utilizar mais de um HD como se fossem um só. Em caso de falha de um disco, o outro serve como um espelho dos dados, assegurando que o sistema continue a funcionar. Atualmente, a grande maioria das placas tem suporte para RAID. Em um outro tipo de instalação RAID, os discos são montados em paralelo; o objetivo é permitir a gravação e leitura dos dados mais rapidamente.

Áudio e vídeo



As placas-mães com som integrado se tornaram tão comuns que já é difícil encontrar alguma que não seja assim. Os modelos mais recentes trazem chips de áudio com seis canais digitais, o que é mais do que suficiente para games comuns e escutar músicas em MP3.


Se você quiser instalar uma placa de som para uma melhor qualidade e suporte a áudio 3D, você pode desativar o som integrado usando um jumper existente na motherboard (consulte o manual do usuário ou o site do fabricante da placa-mãe para mais informações) ou pelas configurações da BIOS do sistema. 


Para quem pretende rodar os jogos mais sofisticados graficamente, é conveniente evitar placas de vídeo integradas, ou deve certificar-se de que sua placa-mãe tem um slot PCI ExpressX16 que permita fazer um upgrade de placa de vídeo.

Outras conexões



Muitas placas-mães têm portas Ethernet, USB 2.0 e FireWire, e até leitores de memória flash que ficam numa baia de drive externo.


As chamadas placas ?legacy-free? (termo em inglês para classificar PCs que não trazem recursos defasados de gerações anteriores) vêm sem portas paralelas, serial e PS/2 ? uma simplificação muito bem-vinda, a não ser que você ainda precise conectar um teclado ou mouse antigos, impressora em porta paralela, ou outro periférico muito velho.


Mesmo que não vá usar de imediato, pode valer a pena gastar um pouco mais por uma placa que inclua suporte para RAID, porta LAN, e FireWire, pois você pode precisar desses recursos mais pra frente ? para montar uma rede ou capturar vídeo, por exemplo.


Se sua placa mãe não tiver suporte pronto para tudo isso, a única opção será instalar uma placa PCI. Se esses recursos já estiverem integrados, você economiza slots PCI.




Dicas de Ultimate Mortal Kombat para PC

Destravar Personagens
Vá até a tela do Ultimate Kombat Kode (tela que aparece quando você perda uma luta e não dá continue) e entre com um dos códigos abaixo:

Sub-Zero Clássico
81835

Ermac
12344

Mileena
22264
 

Use o pen drive para trancar seu computador

Você pode usar um pen drive como chave de acesso ao seu micro pessoal. O PC só vai funcionar na presença do dispositivo. Para isso, primeiro, baixe e instale o aplicativo Predator Free Editor. Em seguida, conecte o pen drive. O software não apaga o que está gravado no dispositivo. Ele o utiliza apenas para armazenar uma chave de segurança, usada para realizar o bloqueio e o desbloqueio. Na janela de configuração do Predator, defina uma senha no campo New Password. Na caixa Create Key on Drive, selecione a unidade do pen drive e clique no botão Create Key. Por fim, dê OK para gravar a configuração. Concluída a operação, um ícone verde aparece na bandeja do sistema. Essa cor indica que o modo de monitoração está ligado. Alguns segundos depois de retirar o pen drive, a tela ficará preta (o tempo exato pode ser definido nas configurações). Vale mencionar que o gerenciador de tarefas do Windows fica bloqueado e não permite fechar o processo por trás do Predator. Quando se reconecta o pen drive, o PC volta à operação normal. O problema dessa solução é que se o pen drive for perdido ou danificado, não será possível o acesso ao computador.

Como trazer seu disco rígido de volta à vida

O HD parou de funcionar? Se o problema não for físico, é provável que a falha esteja relacionada a uma partição danificada e que o Easeus Partition Recovery resolva a parada. Se o problema estiver na partição do Windows e você não conseguir rodar nada, há um pacote específico do aplicativo para esse fim, que deve ser usado junto com os discos de instalação do sistema.